O decoro nas danças em Orchesographie, de Thoinot Arbeau (1589)

Autores

  • Mário Orlando Mendes Guimarães Universidade de São Paulo Autor/a
  • Mônica Lucas Universidade de São Paulo Autor/a

Palavras-chave:

Orchesographie, Arbeau, danças da renascença

Resumo

O presente artigo tem por objetivo identificar e traduzir os trechos do Orchesographie, tratado de danças de Thoinot Arbeau (1520 – 1595), que abordam o comportamento e os costumes sociais na França do século XVI, relacionados à dança como parte da educação do cortesão, segundo as regras de cortesania expostas em Il Libro del Cortegiano, de Baldassare Castiglione (1478 – 1529), publicado pela primeira vez em 1528. Para isso tomamos como fontes o original do Orchesographie em francês, publicado em 1589, e a tradução anotada para o inglês feita por
Mary Stuart Evans (1967).

Biografia do Autor

  • Mário Orlando Mendes Guimarães, Universidade de São Paulo

    Integrante do Conjunto de Música Antiga da Universidade Federal Fluminense (UFF) desde 1984, como músico contratado. Mestre em Belas Artes pelo Sarah Lawrence College, NY, EUA (1987-1989), no programa de performance da música medieval e renascentista. Professor de danças da renascença em diversos cursos e oficinas de música antiga pelo Brasil desde a década de 1990. Atualmente doutorando na Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA/USP) em musicologia, sob a orientação da Profa. Dra. Mônica Isabel Lucas.

  • Mônica Lucas, Universidade de São Paulo

    Graduou-se em Música na Universidade de São Paulo e especializou-se na interpretação da música antiga (flauta doce e clarinetes históricos) no Conservatório Real de Haia, Holanda. Sua pesquisa acadêmica, desde o doutorado, envolve o repertório do séc. XVIII pela perspectiva poético-retórica. É professora associada do Departamento de Música da ECA-USP e diretora artística da orquestra barroca Eos – Música Antiga USP.

Downloads

Publicado

2025-12-18

Edição

Seção

Dossier - XIII Encuentro de Investigadores en Poética Musical de los siglos XVI, XVII y XVIII - Vestigios del gusto (segunda entrega)